domingo, 3 de fevereiro de 2013

Como usar o drama para fazer marketing

No filme Nos Bastidores da Notícia (Broadcast News), de 1987, o personagem Tom Grunick, vivido por William Hurt, é um âncora de telejornal narcisista e inescrupuloso que manipula o aspecto patético do noticiário para ganhar audiência e, principalmente, prestígio profissional. Na sequência-chave da trama, ele edita um VT inserindo imagens de si mesmo chorando ao escutar o relato de uma entrevistada, vítima de estupro. Mas os métodos antiéticos e o jornalismo emocional e grotesco, na mesma medida em que o tornam queridinho dos chefes e executivos da emissora, rendem a ele a crítica e o desprezo entre os colegas.

O filme foi escrito e dirigido por James L. Brooks. No ano seguinte, Brooks seria criador, junto ao desenhista Matt Groening, do desenho animado Os Simpsons, uma das primeiras e mais contundentes sátiras à estereotípica família de classe média norte-americana, saída da Era Reagan com os valores exacerbadamente egocêntricos, materialistas e fúteis, preocupados tão somente com o lazer e o dia de amanhã, e com um desdém assumido por todo aprofundamento, toda crítica, toda ponderação.

O pai da família-escárnio concebida por Brooks e Groening, Homer Simpson, é uma figura simplória, trabalhador honesto porém disposto a pequenas mentiras e jeitinhos para satisfazer vontades ou resolver problemas. Desligado de questões que vão além de seu próprio jardim, tudo que Homer almeja em cada episódio é manter-se confortável em sua rotina, sem questionar o mundo, e refestelar-se no sofá após cada dia de trabalho para assistir a televisão.

Informação em redes
Foi esse arquétipo que o editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, elegeu para descrever o espectador médio de seu telejornal, o de maior audiência no Brasil há décadas. Não apenas na frente de professores como Laurindo Leal Filho, da USP, que chamou atenção para o aspecto desdenhoso da comparação anos atrás (ver aqui o seu relato), mas também para estudantes de jornalismo levados a visitar a redação do JN – como eu, em novembro de 2005, então aluno da UFRJ (ver aqui a resposta de William Bonner). Hoje, passados alguns anos de formação e reprodução, o estilo Bonner/Homer (ou talvez Bonner/Grunick) parece ter feito escola e já está normalizado, em certos círculos tratados como se fosse “a” maneira de se fazer jornalismo.

Não fosse assim, não haveria espaço moral nem tolerância para a edição do Jornal Nacional de segunda-feira (28/1), gastar preciosos minutos com autopromoção em lugar de entrar direto com informações sobre a tragédia da boate Kiss em Santa Maria (RS). Deixando o lide para segundo plano, o âncora William Bonner preferiu descrever e apresentar ele próprio, a própria equipe, seu deslocamento, suas habilidades e suas reações subjetivas ao deparar-se com o fato, e não o fato em si.

Um take de Bonner dentro do jatinho particular apelidado de “JN no Ar”, para fins de marketing, tem carga informativa nula sobre os 245 mortos no incêndio da boate Kiss, bem como a situação de seus familiares ou a investigação sobre as causas e os responsáveis. Saber que a equipe decolou do Rio de Janeiro ou foi deslocada de São Paulo, Porto Alegre ou Buenos Aires para fazer a “suíte” da tragédia acrescenta absolutamente nada para quem está ansioso por notícia, nomes, números, histórias sobre o que ocorreu.
Este é apenas o trabalho dos jornalistas; não há nada ali para jactar-se. Não são “bastidores da notícia” – neste caso, reveladores de nada. Desperdiçar tempo de sinal ao vivo para promover seu próprio dever de ofício em vez de exercê-lo (ou seja, informar) é pegar carona na tragédia alheia para fazer marketing institucional. Além de narcisismo típico de amadores, demonstra insensibilidade e desrespeito para com a memória das vítimas, suas famílias e a população brasileira.

Uma nação que ficou consternada e solidária com a tragédia da Kiss não está esperando propaganda travestida de noticiário; tampouco está preocupada com avaliações passionais por parte de quem nem está autorizado a fazê-las. O fato é trágico em si: dispensa adjetivos e melodrama. A maneira mais respeitosa, mais honesta e mais jornalística de apresentá-lo é apenas com o objeto da notícia: as pessoas que morreram, as que enterraram seus mortos, as que estão chorando, as que estão buscando fazer justiça, e mesmo as que causaram tudo.

O horror fala sozinho, sem cenários, maquiagem nem trilha sonora. A narrativa melodramática tem seu lugar no imaginário social, mas é na novela, e não no programa que vem logo antes. (...)

Fonte: Observatório da Imprensa

segunda-feira, 23 de abril de 2012

HSC dá dicas de saúde por meio do Twitter

Além de ser uma ferramenta para informar os internautas, o perfil do Hospital Santa Cruz (HSC) no Twitter começa, a partir desta semana, a ser uma via de prestação de serviço para os seguidores. A ação vai reunir dicas de saúde com apoio de setores especializados da instituição.

Os primeiros apoiadores contatados foram a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), o Instituto do Sono e Neurofisiologia (Insone) e o Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital. No primeiro momento, as dicas ficarão restritas a assuntos como prevenção de infecções, qualidade do sono e alimentação.

Entretanto, a ideia é ampliar a iniciativa para que as informações atinjam maior abrangência na área da saúde. O perfil do HSC no Twitter é ac_hsc. Aproveite e siga a página do Hospital.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pesquisa aponta dados sobre vítimas de trânsito

Dentre as causas de trauma que apresentam maior mortalidade estão os automóveis e as armas de fogo. Juntos, somam mais da metade de todas as mortes. É o que apresenta o artigo Principais causas de trauma atendidas em uma unidade de emergência, produzido pelos acadêmicos de Medicina da Unisc Luciano Trombini, Diego Goergen, Vinícius Felice, Eliseu Perius Júnior, Daniela Brezolin e Camyla Foresti, coordenados pela professora e médica Dóris Lazaroto. Os dados foram publicados na Revista do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre.

O artigo é resultado de uma pesquisa feita por meio da Liga do Trauma do curso de Medicina da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) na emergência do Hospital Santa Cruz (HSC), no período de 2006 a 2009. Foram coletados os dados de 1.398 registros de atendimentos, que apontaram os acidentes automobilísticos (42%) e motociclísticos (27%) como as causas de trauma mais prevalentes.

Segundo o estudo, o traumatismo atinge, em sua grande maioria, os jovens, causando mais mortes prematuras do que câncer, doenças cardíacas ou infecção por HIV. Os traumas automobilísticos ocupam lugar de destaque, gerando um número elevado de internações e tratamento em serviços de emergência que geram custos significativos aos sistemas de saúde. Os dados mostram, ainda, que entre jovens e adolescentes o risco é duas vezes maior de serem acometidos por trauma dessa natureza, sendo 70% do sexo masculino.

Outra importante constatação foi o aumento acentuado nesse período do número de vítimas de trauma motociclístico. A grande aceitação e aprovação desse veículo como meio de transporte, por ser rápido e de baixo custo, tem elevado o número de vítimas a cada ano, em especial em Santa Cruz do Sul, segunda cidade no Estado do Rio Grande do Sul na proporção de motos por habitante.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Redes sociais: o empregador deve proibir ou regulamentar?

Erik Qualman, autor da publicação online Socialnomics1, afirmou que "nós não temos escolha em usar ou não mídia social, a questão é o quão bem nós usamos mídia social".

Rede social e mídia social são termos anteriores à era da internet, mas que se tornaram populares após o surgimento de sites de relacionamento (pessoal e/ou profissional) como Facebook, LinkedIn, Orkut, etc, e de publicações colaborativas de conteúdo, como a Wikipedia.

Em um cenário em que somente o Facebook tem 750 milhões de usuários (e crescendo) e o Twitter mais de 230 milhões de comentários por dia, as redes sociais eletrônicas podem eventualmente representar dor de cabeça para alguns empregadores. A discussão entre a relação "empresa x empregados x mídia social" é um dos tópicos mais populares no meio jurídico atualmente, especialmente no direito do trabalho.

Se no passado a discussão era focada apenas nas horas perdidas pelos trabalhadores ao utilizarem a internet e sites de relacionamento durante a jornada de trabalho, agora as discussões (e os problemas) são mais abrangentes. Divulgação de informações confidenciais, impacto negativo na imagem dos empregadores, o possível uso de informações contidas em redes sociais como prova judicial, relacionamentos indesejados entre empregados e clientes, assédio moral, entre outras, são apenas alguns exemplos.

Como uma brincadeira de mau gosto, dois empregados de uma grande rede de pizzaria norte-americana, postaram um vídeo no YouTube em que violavam regras básicas de higiene ao preparar uma pizza. O vídeo rapidamente se tornou um fenômeno mundial de visualizações. Além do impacto negativo de imagem, na mesma semana os preços das ações da empresa, que era listada na bolsa, tiveram uma queda acentuada.

Exemplos como este podem levar a um primeiro pensamento de que a proibição de uso no ambiente de trabalho é o melhor caminho para evitar alguns inconvenientes causados por redes sociais. Entretanto, em um momento em que telefones fixos estão virando artigos de museu e smartphones têm acesso fácil, barato e rápido à internet, parece improvável que os empregadores possam, de fato, bloquear o acesso no ambiente de trabalho de seus empregados às redes sociais. O mero bloqueio de um site como o Facebook não impede o empregado de usar o seu telefone celular particular para acessar o site enquanto trabalha, ou até mesmo postar um comentário sobre a empresa de seu computador pessoal quando chegar em casa.

Uma opção viável, ainda que se opte pelo bloqueio, é a criação de políticas sobre o uso e acesso adequado de redes sociais. Como disse Erik Qualman, as empresas devem saber como usar de forma adequada mídias sociais. Ignorar a existência de redes sociais e somente bloquear a utilização por parte de seus empregados não parece ser a saída mais adequada.

Na Inglaterra, em um recente caso, um empregado de uma famosa marca de computadores postou no Facebook comentários negativos sobre a marca e seus produtos. Em razão disso, a empresa dispensou o empregado, que em seguida entrou com uma ação trabalhista contestando o motivo da dispensa. Tendo em vista a clara e bem escrita política de mídia e redes sociais da empresa, o tribunal entendeu que o motivo da dispensa foi justo.

Esse caso é apenas um exemplo de como é importante as empresas terem uma política sobre o tema. No entanto, a IncisiveMedia2 aponta que apenas 25% das empresas de fato possuem políticas de mídias e redes sociais. Além disso, muitas políticas para uso de computadores são omissas ou desatualizadas a respeito do uso dessas redes.

No Brasil, o ordenamento jurídico, mesmo apresentando alguns obstáculos e pontos controversos, possibilita a criação de políticas eficazes e acessíveis para as empresas.

Apesar de existirem alguns exemplos locais, como uma âncora de um jornal de TV ter sido dispensada em razão de comentários sobre dados supostamente sigilosos da emissora no Facebook, casos como os mencionados acima ainda não são tão recorrentes no país. Entretanto, a popularização do acesso às redes sociais já permite observar um crescimento do número de citações de palavras como Orkut, Twitter, Facebook, entre outros, no texto das decisões judiciais, principalmente na Justiça do Trabalho.

O acesso fácil e mundial à internet faz com que qualquer empregador, independentemente de setor e tamanho, fique exposto a eventuais contingências. Os problemas que redes e mídias sociais podem gerar não se limitam a uma área de atuação específica da indústria.

Assim, é importante que as empresas estejam preparadas e protegidas em relação a mídias e redes sociais. Nesse sentido, a boa aplicação do direito do trabalho por meio de políticas claras, objetivas e de fácil implementação se torna um aliado mais do que necessário, essencial.

* Thais Galo é advogada, sócia da área trabalhista do escritório Pinheiro Neto Advogados

** Thiago Teno é advogado da área trabalhista do escritório Pinheiro Neto Advogados

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Notícias que vão mudar o mundo - Parte III

Mais notícias que irão influenciar diretamente o futuro da humanidade:

"Após casamento, Daniele Winits aparece em sacada e mostra bumbum"

"Igor, do 'BBB 11', diz que já ficou com atual mulher de Bruno Gagliasso"

"Namorada de Cristiano Ronaldo é flagrada com perna peluda" (Essa realmente vai mudar o rumo do futebol mundial)

"Jesse Eisenberg, de A rede social, salta de asa delta no Rio"

"Latino troca beijos com novo affair em praia carioca"

"Latino vai à praia de cueca" (Eu ainda não acredito que isso realmente vire notícia)

"Luana Piovani posta foto sensual e manda beijo para namorado"

"Gretchen diz que 100 cm é o tamanho ideal de bumbum para as mulheres"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Programa Voltare

Entrevista para a seção Prata da Casa, do Portal do Diplomado - Programa Voltare da Unisc:

Quando descobriu que queria ser jornalista?

Desde criança sempre gostei muito de ler jornais e revistas. No Ensino Médio, li praticamente todos os livros de literatura do século XIX que minha irmã tinha em casa (ela se tornou professora de Português e Literatura) e comecei a gostar de escrever incentivado pela excelente professora de redação que tive no Colégio Sagrado Coração de Jesus, que se chamava Lígia. Ela nos deu dicas de como se soltar, perder o medo de escrever, colocar as idéias no papel, e comecei a tomar gosto e me destacar em redações. Como membro do Grêmio Estudantil da escola, passei a escrever com freqüência para o jornal do colégio e passava tardes na biblioteca lendo as crônicas de Luis Fernando Verissimo. Apesar de tudo isso, adorava também Física e Matemática, o que me levou a prestar o vestibular para o curso de Engenharia Elétrica na UFSM. A nota 10 na redação já me alertava, mas mesmo assim insisti e por cinco semestres me dediquei à Engenharia. Mas sentia falta da leitura, dos textos, e as dificuldades da Engenharia me levaram de volta à minha verdadeira paixão, e optei pelo Jornalismo.

Qual a atividade que você realiza atualmente? (local, empresa, função, especialidade...)

Depois de 10 anos atuando como assessor de imprensa da Unisc, em 2011 aceitei o desafio de trabalhar como assessor de comunicação do Hospital Santa Cruz.

Estágios ou outras experiências que ajudaram a desenvolver o profissional que você é hoje.

Durante a graduação fui monitor na função de diagramador e técnico em editoração eletrônica nos trabalhos experimentais do curso nos jornais Gazeta do Sul e Riovale Jornal, de Santa Cruz do Sul, e como instrutor dos alunos nos trabalhos acadêmicos referentes à diagramação e editoração eletrônica. Foi a minha primeira experiência com prazos fixos para finalização de material, além da responsabilidade de estar sendo lido e avaliado por mais de 20 mil pessoas.

Desenvolvi o meu trabalho com editoração eletrônica, que eu havia iniciado em um estágio de três meses que fiz no Riovale Jornal. Essa experiência me rendeu o emprego na Editora da Unisc, onde trabalhei por quatro anos. Cada experiência que adquirimos, por menor que possa parecer, um dia será muito importante para nós. Tanto que consegui entrar na agência experimental do curso graças ao pequeno estágio que fiz no Riovale Jornal. Depois, tudo isso me serviu para entrar na Editora, e assim por diante.

Graças a esta e a outras experiências que tive cheguei onde estou hoje. Desde que entrei na Unisc o meu objetivo foi trabalhar na Assessoria de Imprensa, e consegui. Como desenvolvi a editoração eletrônica, enquanto estive na Editora da Unisc realizei trabalhos por fora, editando livros e diagramando informativos de empresas como a Mercur, a Mor, a Uniodonto e o Colégio Mauá, o que foi muito importante e decisivo na hora de concorrer à vaga na Assessoria de Imprensa da Universidade.

O que é mais apaixonante na sua profissão?

Estar sempre atualizado. Ter como primeira obrigação do dia ler todos os jornais. Devorar revistas e sites e ter isso como parte da minha profissão. Poder ler de tudo, escrever sobre todos os assuntos, e não ficar bitolado em uma área apenas, como seria caso eu tivesse seguido na engenharia. Além disso, o relacionamento pessoal possibilitado pela profissão é gratificante.

Pessoas que marcaram sua passagem pelo curso (colegas, professores).
Os professores Helio Etges, pelo seu amor à profissão de jornalista, Marli Hatje e Milton Faccin, pelo apoio e parceria de ambos nos projetos do curso. Como colegas foram importantes o Sandro Vianna, pelo aprendizado nos tempos de Riovale Jornal, e a Astrid Kuhn, que mais tarde me abriu as portas na área de assessoria de imprensa por meio de sua agência de comunicação, para a qual trabalhei por um ano e meio e serviu como base para o meu futuro na profissão. Tem ainda os colegas que se tornaram amigos, como a Mariangela, a Cléo, a Silvia Paula, a Lu Setúbal, o Ronaldo, o Rudi e a Daniela.

O que não dá para esquecer no curso, na Unisc?

A luta e os improvisos por sermos a primeira turma de Comunicação Social da Instituição, no mesmo período em que a Unisc começava a sua trajetória como Universidade. O trabalho de criação do Unicom, que até hoje é o jornal experimental do Curso de Jornalismo da Unisc, desenvolvido por mim e pela colega Gigliola Casagrande, orientados pelos professores Otto Tesche e Marli Hatje.

Planos para o futuro.

Fazer outra pós-graduação, agora na área de comunicação e saúde, e colocar em prática ideias e projetos de comunicação voltados ao Hospital Santa Cruz. É uma nova caminhada que estou começando, com vários desafios e aprendizados.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Sindicato promove palestra no dia 13 de agosto

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, por meio do Núcleo de Jornalistas em Assessoria de Comunicação, irá realizar no dia 13 de agosto uma atividade em preparação ao IV Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação, na cidade de Rio Grande, em 27 de agosto.

Em Porto Alegre, no dia 13 de agosto, um painel irá reunir os jornalistas João Bosco Vaz, secretário municipal extraordinário da Copa 2014, José Evaristo Villalobos, o Nobrinho, assessor de Imprensa do futebol profissional do Sport Club Internacional, com passagens por Zero Hora, Gaúcha, Guaíba, Band, TVE e TV Bandeirantes, e Vitor Rodriguez, assessor de Imprensa da categoria profissional do Grêmio Football Porto-Alegrense, mestrando em Comunicação Social pela PUC/RS. O tema será 'Assessoria de Imprensa, Jornalismo Esportivo e a Copa de 2014'.

O objetivo é traçar um panorama da preparação da Capital para este evento, bem como apresentar a experiência destes profissionais de assessoria de Imprensa. Estratégias de comunicação, relações com a mídia, qualificação e a perspecti va de abertura de mercado com a proximidade da Copa também serão abordados.

As inscrições são gratuitas, e basta enviar nome, e-mail e telefone para secretaria@jornalistasrs.org. Para receber certificado de participação é necessário comunicar no ato da inscrição. Mais informações podem ser obtidas com a diretora Neusa Nunes, pelo telefone (51) 3226-0664.

Serviço

Painel: Assessoria de Imprensa, Jornalismo Esportivo e a Copa de 2014
Data: 13/08
Horário: 8h30 às 13h
Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre